08
Jun 09

 

 

 Sozinha num canto,

procura sinal de vida,

o coração parou, no entanto,

não acredita que chegou a despedida.

 

 

No chão,

A sua sompra não avista.

No espelho,

A sua imagem não é transmitida.

 

 

Pessoas que,

outrora,

corriam para a conhecer,

passam por ela,

agora,

com ar de nem a ver.

 

 

Põe a mão no peito:

Não há pulsação.

Leva a mão à boca:

Não há respiracão.

 

 

É hora de partir,

só agora se apercebeu.

Com esforço, tenta sorrir,

mesmo sabendo que morreu.

 

 

 

 

 

(Ninguém disse que eu tinha jeito para isto...)

 

(Também, feito enquanto se está a ouvir a treta do Tony Caganeira a cantar...)

 

 

 

 

 

 

publicado por Podem tratar-me por vizinha... às 20:25

"-Epá, se não fosse pelos bonecos no cabeçalho, eu nunca passava por esta espelunca!"

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